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Fotos das atividades do IZB


By Erik Rasmussen

Nota de Repúdio à violência e prisão sofridas pelos militantes Bizoca e Bruno

Publicado em 14-04-2014
Por  Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania/IHG

O Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania/IHG vem a público manifestar o mais veemente repúdio à violência praticada pela Guarda Municipal de Belo Horizonte e pela Polícia Militar de Minas Gerais contra dois dos seus militantes. Heloísa Greco (Bizoca) e Bruno A. Soares foram presos e sofreram espancamentos e tortura, no dia 30 de março de 2014, por volta da 19h00, na Praça Duque de Caxias, em Santa Tereza.
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Momento histórico. Nova Central, nova política Sindical!

Publicado em 31-03-2014
Por InterSindical

A Intersindical – Central da Classe Trabalhadora foi oficialmente fundada no dia 30 de março, na Quadra dos Bancários, em São Paulo. Após anos de debates, demos um passo muito importante para construir um instrumento democrático, classista, com independência política e a serviço das lutas do conjunto da classe trabalhadora.

O congresso contou com representações de 19 estados, totalizando 550 pessoas, sendo 353 delegados/as de 64 sindicatos, 54 oposições sindicais, 48 minorias sindicais, 12 movimentos populares (de luta pela terra, moradia e serviços públicos). Inúmeros sindicatos que não participaram com delegados enviaram observadores que, somado a outras entidades, totalizaram 150 observadores.

Após debates de conjuntura, concepção sindical, plano de lutas e discussões em grupos de trabalho e debates de 12 grupos setoriais, realizados nos dias 28 e 29 de março, os delegados/as aprovaram por unanimidade a fundação da central, seu estatuto e o plano de lutas.

Por unanimidade, foram eleitos os 39 companheiras e companheiros da direção nacional, sendo 19 da direção executiva. Também foram eleitos os 06 representantes para o conselho fiscal (03 titulares e 03 suplentes).
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Desigualdade predatória

Publicado em 31-03-2014
Por Luiz Sugimoto

“O maior pecado do regime militar foi interromper o processo de construção de um país mais civilizado. Nós nos transformamos numa sociedade de massas sem passar pelos estágios prévios da educação – educação entendida aqui em seu sentido amplo”, opina o professor Eduardo Fagnani, do Instituto de Economia (IE) da Unicamp. “O Brasil vivia seus primeiros vinte anos de democracia e havia um clima favorável para o desenvolvimento das forças políticas comprometidas com a construção da nação. O país estava se industrializando e lidando com as reformas de base: agrária, tributária e educacional, entre outras. Era a primeira vez que se tinha uma perspectiva de desenvolvimento com equidade, sob o espírito do nacionalismo. Este processo foi interrompido com o golpe”, reafirma.

Eduardo Fagnani, que é também pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit), recorda que houve um crescimento econômico nos anos 60 e 70 por conta de uma conjuntura econômica internacional favorável, mas que trouxe  uma concentração de renda enorme e de natureza política. “Uma medida imediatamente posterior ao golpe foi a intervenção nos sindicatos, eliminando qualquer possibilidade de pressão popular e deixando claro que nesse campo não haveria negociações. Esta repressão se intensificou a partir do AI-5 em 68. Impôs-se o chamado arrocho salarial, em que o governo aumentava os salários sempre abaixo da inflação, ano após ano, e a consequência desta redução sistemática do poder de compra dos trabalhadores foi a elevada concentração de renda. No final do regime militar, o Brasil era o terceiro país mais desigual do mundo”.

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Contra a ofensiva à classe trabalhadora, a INTERSINDICAL esteve presente na 8ª Marcha dos Trabalhadores

Publicado em 09-04-2014
Por InterSindical

Milhares de trabalhadoras e trabalhadores participaram do ato unitário convocado pelas centrais sindicais e que teve a participação de movimentos sociais, como MST e MTST. Os organizadores falam em 40 mil pessoas presentes na marcha.

Por defender a unidade de ação em torno das reivindicações, a INTERSINDICAL Central da Classe Trabalhadora também participou da atividade.

Combate ao PL 4330 e a terceirização, redução da jornada de trabalho sem redução salarial, fim do fator previdenciário, investimentos na saúde pública, 10% do PIB para educação pública, investimentos nos transportes coletivos, na moradia popular e na reforma agrária faziam parte das reivindicações unitárias, que incluía ainda a redução das taxas de juros e melhorias das aposentadorias.

Os manifestantes lotaram a Praça da Sé, local de grandes lutas e enfrentamentos sociais. De lá, saíram em passeata até o vão livre do MASP, na Avenida Paulista, onde se encerrou a atividade.

Apesar da pauta unitária, havia grandes diferenças nas intervenções das centrais.
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“Apague o ditador da sua escola”

Publicado em 08-04-2014

Esta campanha tem o objetivo de promover a substituição dos nomes de escolas públicas que homenageiam ditadores da história recente do país. De acordo com o levantamento realizado existem em todo país aproximadamente 1000 escolas municipais, estaduais ou federais identificadas pelo nome dos 5 ditadores que ocuparam o posto de presidente do período que vai de 1964 à 1985.

Busto do ex-presidente Costa e Silva divide espaço com desenhos infantis em patio da escola municipal que leva seu nome, em Botafogo – Rio de Janeiro.

A Campanha será organizada em 20 estados a partir de duas frentes de ação. A primeira através da atuação junto a estas escolas, pautando o debate sobre o significado da Ditadura Civil-Militar para o Brasil, e estimulando a comunidade escolar a substituir o nome da escola, preferencialmente por nomes identificados com a resistência ao regime e as lutas democráticas.

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CANÇÕES DA RESISTÊNCIA – Especial sobre os 50 anos do golpe militar no Brasil

Por: A Radioagência Nacional
Publicado em 01-04-2014

Confira o programa especial “Canções da Resistência” sobre os 50 anos golpe militar no Brasil. Esta é uma produção da Radioagência Nacional, em parceria com a Rádio Nacional FM de Brasília.

Há meio século começava a ditadura no país. Foram 21 anos de violações aos direitos humanos, com perseguições, prisões, torturas e mortes. No campo musical, inúmeras canções foram censuradas e artistas tiveram que partir para o exílio.

Neste especial, você ouve as vozes de militantes políticos que sofreram a repressão da ditadura. Muitos deles foram presos e torturados. Eles contam qual música faz lembrar a luta que travaram contra o regime. São eles: Eliana Belini Rolemberg, Ivan Seixas, Maria Amélia Almeida Teles, Rose Nogueira, Celso Mauro Paciornik, Stanislaw Szermeta, Sebastião Neto, Lilia Gondim, Aton Fon Filho e Criméia Almeida. Ouça também as indicações musicais de Joana Côrtes e Micaela Neiva Moreira, filhas de militantes políticos que lutaram contra a ditadura.

Reportagem, edição e roteiro: Beatriz Pasqualino. Sonoplastia: Messias Melo. Apoio: Camila Maciel e Joana Côrtes. Coordenação: Juliana Cézar Nunes e Carlos Senna.

Link: https://soundcloud.com/radioagencianacional/can-es-da-resist-ncia-especial

Recuperar o tempo perdido

Por Randolfe Rodrigues
Publicado em 02-04-2014

O golpe civil-militar de 1964 completou 50 anos nesta semana. Ao contrário de países sul-americanos que viveram experiências similares, o Brasil nunca fez verdadeiro ajuste de contas com seu passado recente.

Esse ajuste tanto diz respeito tanto à punição dos responsáveis por atos de tortura e assassinatos de civis sob a custódia do Estado, quanto às respostas para as demandas populares que ganhavam força às vésperas do episódio.
Comissões da Verdade têm propiciado a retomada do debate. Dezenas de famílias reivindicam saber o paradeiro e o direito de enterrar seus entes queridos, bem como a punição de seus algozes.
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Estudantes invadem sala de aula na USP após professor defender golpe de 1964

Por Renan Truffi
Publicado em 01-04-2014

Alunos de Direito fizeram ‘escracho’ em sala de aula no Largo de São Francisco após professor defender golpe de 1964

Um grupo de estudantes da Universidade de São Paulo (USP) invadiu uma sala de aula da Faculdade de Direito na segunda-feira 31 depois que o professor de direito administrativo Eduardo Lobo Botelho Gualazzi tentou defender o golpe de 1964, que colocou o Brasil, há 50 anos, em uma ditadura civil-militar de 21 anos.

VIDEO: http://www.youtube.com/watch?v=o2DcRDPfwvg

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Convite

Preservar para não esquecer – mesa redonda com centros de documentação sobre a preservação de registros da ditadura

Dia 9 de abril, 18:30, auditório do CEDEM – Praça da Sé, 108, São Paulo-SP

Entrevista: Golpe e 64

Gente que Fala – \”Especial 50 anos de Ditadura\”


Coronel afirma que desenterrou corpo do desaparecido Rubens Paiva em 1973

Publicado em 20/03/2014
Por Mário Magalhães

O coronel Paulo Malhães, oficial reformado do Exército e legendário membro do aparato repressivo da ditadura(1964-85), afirmou ter participado de operação para desenterrar a ossada do deputado federal cassado Rubens Paiva, desaparecido em 1971 depois de ter sido morto na tortura em dependências militares. Até hoje seu corpo não foi encontrado.

“Recebi a missão para resolver o problema, que não seria enterrar de novo”, disse o coronel à repórter Juliana Dal Piva. “Procuramos até que se achou, levou algum tempo. Foi um sufoco para achar (o cadáver). Aí, seguiu o destino normal.”

O “destino normal” seria ocultar o corpo para sempre.

A missão teria ocorrido em 1973, na praia carioca do Recreio dos Bandeirantes. Malhães disse que sabia de quem eram os restos mortais: “Eu podia negar, dizer que não sabia, mas eu sabia quem era sim. Não sabia por que tinha morrido, nem quem matou. Mas sabia que ele era um deputado federal, que era correio de alguém”.
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Audiência Pública sobre a revista vexatória nos estabelecimentos prisionais

Por Núcleo de Situação Carcerária - Defensoria Pública do Estado de São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Defensoria Pública do Estado de São Paulo, por meio do Núcleo de Situação Carcerária, vem convidá-las a comparecer à Audiência Pública sobre a revista vexatória nos estabelecimentos prisionais.
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Convite

Publicado em 24-03-2014

A terceira mesa do Seminário Governar Após Junho, agora com o tema Segurança Pública e Direitos Humanos, acontece no dia 29 de março, sábado, às 13h30, na Câmara Municipal de São Paulo. Para este debate estão confirmados o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL/RJ) e a professora Vera da Silva Telles (sociologia USP).

Tais debates foram pensados como um fórum aberto de discussões a respeito dos desafios para um governo de esquerda que queira estar à altura dos acontecimentos atuais e da insatisfação social. O Seminário servirá de subsídio para a elaboração de propostas alternativas que serão defendidas pelo PSOL nas eleições de 2014, mas servirão principalmente para ajudar a construir propostas de esquerda para o debate mais geral na sociedade.

A primeira mesa do Seminário Governar após junho aconteceu no dia 22 de fevereiro e reuniu cerca de 300 pessoas, participaram da mesa os intelectuais Chico de Oliveira, Paulo Arantes e Laymert Garcia dos Santos e o presidente estadual do PSOL SP Paulo Búfalo. O primeiro debate foi coordenado pelo filósofo e professor da USP, Vladimir Safatle.
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Sindicato paulista denuncia abusos e assédio moral na empresa Natura

Publicado em 14-03-2014
Por Ivan Valente


Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados,

Nosso mandato sempre esteve próximo às lutas sociais, e sempre se manteve como um canal de interlocução dos mais importantes, estando à disposição dos movimentos sociais. Nesta semana, chegou ao nosso conhecimento o relato do Sindicato dos Químicos Unificados – regional Osasco, sobre assédio moral e tentativas de cerceamento da atividade sindical por parte da empresa de cosméticos Natura.
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Convite:

Companheir@s,

Contamos com a sua presença no dia 15 de março de 2014 às 13:30 horas,  na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, para a atividade aberta,  do GT dos Trabalhadores da Comissão Nacional da Verdade, quando serão  apresentados estudos e análises sobre a relação promíscua desenvolvida entre empresas e grupos empresariais e o aparelho repressivo do regime militar.

SEMINÁRIO: COMO AS EMPRESAS SE BENEFICIARAM E APOIARAM A DITADURA MILITAR

15 DE MARÇO DE 2014

13:30 HORAS

AUDITÓRIO TEOTÔNIO VILELA – ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO

Audiência Conjunta: Comissão Nacional da Verdade e Comissão da Verdade do Estado de

São Paulo ‘Rubens Paiva’
Iniciativa: Coletivo Sindical de Apoio ao GT-13 ‘Ditadura e Repressão aos Trabalhadores e ao Movimento Sindical’
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Seminário Governar após junho agora vai discutir mobilidade urbana

Publicado em 07-03-2013

No dia 22 de fevereiro o PSOL SP e a Fundação Lauro Campos deram a largada no debate de propostas alternativas para a disputa eleitoral de 2014.

Cerca de 300 pessoas compareceram na Câmara Municipal de São Paulo para ouvir e debater com Chico de Oliveira, Paulo Arantes, Laymert Garcia dos Santos, Paulo Bufalo e Vladimir Safatle. A próxima mesa do ciclo de debates Governar após junho será no dia 12 de março, às 19 horas, e contará com a participação do engenheiro Lucio Gregori, do presidente do Sindicato dos Metroviários de SP Altino Arantes e de um representante do Movimento Passe Livre, o MPL de SP.

Lucio Gregori foi secretário municipal de transporte na gestão Luiza Erundina no final da década de 80. Um dos idealizadores do projeto Tarifa Zero, Lucio faz um debate mais amplo sobre o transporte como direito básico e sobre a necessidade de uma reforma orçamentária que garanta justiça tributária.

O Sindicato dos Metroviários está a frente da defesa dos direitos dos usuários do Metrô e do combate às privatizações, ao sucateamento e à corrupção representada pelo governo tucano. Já o MPL tem sido vanguarda na luta pela Tarifa Zero na cidade de São Paulo, o movimento defende um projeto de lei de iniciativa popular e está numa campanha de coletas de assinaturas para apresentar o projeto ao legislativo municipal. O MPL também esteve à frente das lutas contra o aumento das passagens de ônibus, trem e metrô que resultaram nas megas manifestações de junho de 2013 e obrigaram os governos a reverem o aumento.

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MANIFESTO À POPULAÇÃO DE SÃO PAULO

Publicado em 26-02-2014

Diversas organizações da sociedade – entre as quais a Comissão de Justiça e Paz de São Paulo, o Centro Santo Dias de Direitos Humanos da Arquidiocese de São Paulo e a Escola de Governo – divulgam documento contra a criminalização dos movimentos sociais.

O manifesto à população de São Paulo denuncia “as arbitrariedades cometidas pela Polícia Militar contra os participantes da manifestação realizada dia 22”.


Leia abaixo a íntegra do documento e as organizações que o assinam:

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O Capital, a Saúde e o Ato Médico

Publicado em 26-02-2014
Por Raphael Ferris
Os mais de dez anos de tramitação do projeto conhecido como “Ato Médico”, no Congresso Nacional (2002-2013) revelam a dimensão das disputas em torno da matéria que determina quais atos são privativos da classe médica em sua pseudo regulamentação que nasceu dos braços da direita do Brasil.

A carência desenfreada de políticas de saúde criou no SUS uma fábrica que cura doenças, onde a falha de prevenção, investimentos, conscientização e indicação para os tratamentos (multidisciplinares) causaram uma demanda descabida de exames laboratoriais e uso de medicamentos, fomentados pelo capital, pelo giro econômico que interessava o lobby médico.
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BRASIL: “COPA, PM E DETENÇÃO”

Publicado em 25-02-2014
Depoimento de Vinicius Moraes, militante da Jsol

Ontem [22-Fev-2014], em SP, ocorreu o segundo ato de contestação à Copa do Mundo no Brasil. Protesto muito justo, afinal gasta-se montanhas com obras faraônicas sem retorno social, enquanto os direitos sociais são parcos.

A manifestação contou com um contingente enorme de policiais, incluindo a “tropa do braço”. Saímos pacificamente da Praça da República em direção da Praça Roosevelt, viramos à esquerda na Consolação, sentido o Theatro Municipal.
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Governar após Junho | Vladimir Safatle | Chico de Oliveira | Paulo Arantes | Laymert Garcia dos Santos | Paulo Bufalo

Publicado em 22-02-2014
Câmara Municipal de São Paulo

A mesa inaugural do seminário “Governar depois de Junho” acontece no dia 22 de fevereiro, sábado, a partir das 13h30. Com coordenação de Vladimir Safatle, o debate conta com a presença do sociólogo e professor emérito da USP Chico de Oliveira, o filósofo Paulo Arantes, o sociólogo e professor da Unicamp Laymert Garcia dos Santos e o presidente estadual do PSOL e candidato pelo partido ao governo do estado em 2010, Paulo Bufalo.

O ciclo de debates é promovido pelo Diretório Estadual do PSOL SP e pela Fundação Lauro Campos como um fórum aberto de discussões a respeito dos desafios para um governo de esquerda que queira estar à altura dos acontecimentos atuais e da insatisfação social.

Os debates ocorrerão de fevereiro a junho, sempre no mesmo local: Câmara Municipal de São Paulo.
No Viaduto Jacareí, 100 – Centro